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Contador ligado a Lula é suspeito de lavagem de dinheiro junto ao PCC [áudio]

João Muniz e a mulher ganharam 55 vezes na loteria em 2021; R$ 16 milhões foram divididos com traficante da organização criminosa.

Foto: Reprodução
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O Departamento Estadual de Investigações sobre Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil de São Paulo, pediu à Justiça o sequestro de bens do contador João Muniz Leite por suspeita de lavagem de dinheiro do crime organizado. A denúncia aponta que ele e a mulher ganharam 55 vezes em loterias federais no ano passado, tendo dividido o valor de um dos prêmios com um traficante de drogas ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
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Muniz foi contador do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sendo responsável pelas declarações de Imposto de Renda dele entre 2013 e 2016, conforme demonstra a reportagem do Estadão publicada nesta quinta-feira (16 de junho).
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O atual escritório do investigado se localiza no mesmo endereço em que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula, mantém as empresas FFK Participações, BR4 Participações e G4 Entretenimento, de acordo com dados da Junta Comercial de São Paulo. A denúncia do Denarc não menciona o ex-presidente e seu filho, há apenas a coincidência de endereços.

O prêmio recebido por Muniz que é dividido com um traficante do PCC foi de R$ 16 milhões, segundo a Polícia Civil. O fornecedor de drogas citado na denúncia é Anselmo Becheli Santa Fausta, o Cara Preta, um dos nomes de maior prestígio junto à organização. Ele foi morto em dezembro de 2021.

O prêmio foi dividido em cinco partes, sendo que duas ficaram com Muniz e três com Cara Preta. De acordo com o Denarc, é possível que os valores tenham sido usado pelo traficante para comprar a empresa de transportes UPBus em parceria com cinco integrantes do PCC e mais 18 familiares de membros do grupo criminoso. A companhia mantém um contrato de R$ 600 milhões com a prefeitura da capital paulista, operando 13 linhas de ônibus na zona leste... Clique aqui para ler matéria completa no R7. 

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Fonte: R7 -- Informações: Estadão
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