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| Foto: Reprodução |
Maria Cândida Villela Cruz mora em Brasília e está na cidade a passeio. De acordo a Polícia Militar, ela abordou uma equipe que fazia policiamento durante um evento musical e questionou o uso de armamento pelos agentes. Após a explicação, passou a fazer ofensas de cunho racial contra um dos policiais.
Em um vídeo gravado logo após a abordagem, a mulher também afirma: “Se eu estivesse armada aqui, a gente ia lutar”
Ainda segundo os militares, ela afirmou ser superior ao agente por ser branca e disse que, em Brasília, “só tem branco”, enquanto em Salvador “só tem preto”.
A TV Bahia apurou que, ao chegar à Delegacia dos Barris, a idosa disse: "Me soltem, eu não sou racista. Meu avô até era negro".
A mulher foi transferida para a Delegacia Especial de Atendimento ao Idoso (Deati) e passou por audiência de custódia na quarta-feira (22). Por decisão judicial, a prisão foi convertida em preventiva, e ela foi transferida para o Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador.
No entanto, no dia seguinte, a Justiça concedeu um alvará de soltura e ela deixou a prisão no final da noite.
O g1 entrou em contato com a defesa de Maria Cândida, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.


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