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Secretário de Segurança do Irã diz que país não negociará com os EUA

Foto: Reprodução 

O secretário de Segurança do Irã, Ali Larijani, declarou nesta segunda-feira (2) que o país não pretende negociar com os Estados Unidos. A afirmação foi feita em publicação na rede social X e contradiz declarações recentes do presidente americano Donald Trump, que havia dito que a nova liderança iraniana estaria interessada em retomar as conversas.
Larijani afirmou que “Trump mergulhou a região no caos com suas fantasias delirantes” e acusou o presidente americano de colocar os interesses de Israel acima dos dos Estados Unidos. Segundo ele, as forças armadas iranianas não iniciaram a agressão e estão apenas se defendendo.

Apesar da negativa de Larijani, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, disse ao chanceler de Omã, Badr Albusaidi, que Teerã estaria aberta a “esforços sérios” para reduzir a tensão após os ataques israelenses e norte-americanos. Omã tem atuado como mediador em negociações nucleares entre os dois países.

No domingo (1º), Trump afirmou que a campanha militar contra o Irã continuará até que todos os objetivos dos Estados Unidos sejam atingidos. Ele também prometeu vingança pela morte de três militares americanos durante a retaliação iraniana e fez um apelo para que membros das forças armadas iranianas entreguem suas armas em troca de imunidade. Em entrevistas, Trump disse acreditar que o conflito deve durar cerca de quatro semanas e que parte dos negociadores iranianos morreu nos ataques recentes.

Os ataques realizados por Estados Unidos e Israel no sábado (28) deixaram 201 mortos e 747 feridos, segundo a imprensa iraniana. Explosões foram registradas em Teerã e em outras cidades. Em resposta, o Irã lançou mísseis contra Israel e atacou bases americanas no Oriente Médio. O governo dos EUA informou que os danos foram mínimos e que não houve baixas entre seus militares. O Estreito de Ormuz foi fechado por motivos de segurança.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou que a ofensiva matou comandantes da Guarda Revolucionária e altos funcionários ligados ao programa nuclear iraniano. Ele afirmou que “milhares de alvos” serão atacados nos próximos dias e fez um apelo para que a população iraniana se levante contra o regime. Com informações do G1

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