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PM quer expulsar policial com rosto tatuado acusado de furtar flor de quartel; soldado nega e alega preconceito

O policial, que também é conhecido como "Demolidor" nas redes sociais, nega veementemente as acusações, alegando ser alvo de perseguição por seus superiores hierárquicos.

Foto: Reprodução

A Polícia Militar (PM) de São Paulo abriu dois processos disciplinares visando a expulsão de um soldado, identificado como Paulo Rogério da Costa Coutinho, acusado de furtar uma orquídea e de abandonar seu posto de serviço no quartel. 

As alegações foram reveladas pelo jornal Folha de São Paulo nesta quinta-feira (28) e posteriormente confirmadas pelo g1 nesta sexta-feira (29).

O policial, que também é conhecido como "Demolidor" nas redes sociais, nega veementemente as acusações, alegando ser alvo de perseguição por seus superiores hierárquicos. Em uma entrevista ao g1, Coutinho afirmou que enfrenta pressões dentro da corporação desde que começou a se tatuar em 2018, sendo que o preconceito aumentou quando decidiu tatuar o rosto em 2021.

Com 18 anos de serviço na corporação e lotado no 18º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o soldado alega ter sido instruído por um comandante a interromper a prática de fazer tatuagens. No entanto, ele respondeu que estava respaldado pela lei e continuou a tatuar.

As acusações específicas remontam a 2022 e 2021. Em relação ao suposto furto da orquídea, Coutinho, que trabalhava na manutenção do quartel no ano passado, afirma que moveu a planta para outra área e que não houve tempo de replantá-la. Ele alega estar sendo injustiçado e enfatiza a ausência de evidências em vídeo que comprovem a acusação.

Quanto à acusação de abandono de posto, o soldado relata que a situação ocorreu dois anos atrás, quando estava encarregado da segurança do sambódromo do Anhembi. Durante um intervalo para ir ao banheiro, afirma ter sido abordado por admiradores que queriam tirar fotos, resultando na acusação de demora ao retornar.

Diante desses eventos, Paulo Rogério da Costa Coutinho enfrenta agora a possibilidade de expulsão da corporação, enquanto alega ser vítima de perseguição e injustiça por parte de seus superiores.

Fonte: Com informações:
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