Parlamentar classifica desligamento de cargos comissionados como ato de maldade, aponta reflexo em famílias e reforça independência na atuação política frente à gestão municipal.
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| Foto: Reprodução | |
| Desabafo e críticas às exonerações |
Em vídeo divulgado nas redes sociais no final de setembro de 2026, Capitão Esbaltar classificou as demissões como um ato de "puro capricho e maldade" por parte da gestão municipal.
O parlamentar afirmou que a medida administrativa não terá efeito de coerção sobre seu mandato frente à administração municipal. "Prefeito Andrei, o senhor não vai me intimidar, vou continuar meu trabalho", declarou o vereador durante a gravação.
| Impacto social e dependência dos servidores |
O vereador pontuou ainda que o prejuízo maior recai sobre as famílias dos servidores que dependiam das funções comissionadas para o sustento diário, e não diretamente sobre sua figura política.
O parlamentar destacou que a decisão afeta diretamente trabalhadores que necessitavam da renda gerada pelos cargos para garantir a própria sobrevivência.
Assista:


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