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Gramado da Arena do Grêmio inunda após cheias em Porto Alegre

Foto: Diego Baldi

O gramado da Arena do Grêmio, próximo à foz do Rio Gravataí no Rio Jacuí, em Porto Alegre, inundou neste sábado (3). O bairro Humaitá, na Zona Norte, é mais um local fortemente atingido pelas enchentes históricas no Rio Grande do Sul.

Uma foto divulgada na tarde deste sábado mostra o gramado do estádio completamente alagado.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul afirma que 66 mortes foram confirmadas em razão dos temporais que atingem o estado, conforme boletim divulgado na manhã deste domingo (5). Outros seis óbitos já confirmados estão sendo investigados, para verificar se têm relação com a tragédia.

Conforme apurou o ge RS, membros da equipe de segurança ainda estão ilhados no estádio. Cerca de 80 pessoas se abrigaram nos pontos mais altos da Arena.

De acordo com nota divulgada pela Arena Porto-Alegrense, o complexo está sem energia e água. Por essa razão, os desabrigados presentes no local estão sendo encaminhados para os abrigos municipais, que oferecem infraestrutura adequada. O tour e as visitas ao museu do clube estão indisponíveis desde sexta-feira (3) por questões de segurança.

Foto: Reprodução/RBS TV

Porto Alegre
Em Porto Alegre, o nível do Guaíba superou a cota de inundação, transbordando e avançando sobre ruas e avenidas – e ultrapassou os 5 metros na manhã deste sábado. Viagens foram canceladas na rodoviária da cidade e no Aeroporto Internacional Salgado Filho.

Situação de emergência
O governo decretou estado de calamidade, situação que foi reconhecida pelo governo federal. Com isso, o estado fica apto a solicitar recursos federais para ações de defesa civil, como assistência humanitária, reconstrução de infraestruturas e restabelecimento de serviços essenciais.
A Defesa Civil colocou a maior parte das bacias hidrográficas do estado com risco de elevação das águas acima da cota de inundação.

Causas dos temporais
Os meteorologistas afirmam que os temporais que ocorrem no Rio Grande do Sul são reflexo de, ao menos, três fenômenos que ocorrem na região, agravados pelas mudanças climáticas.

A tragédia no estado está associada a correntes intensas de vento, a um corredor de umidade vindo da Amazônia, aumentando a força da chuva, e a um bloqueio atmosférico, devido às ondas de calor.

Fonte: G1

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