12.10.21

Menina de 3 anos conta como eram os abusos que sofria do irmão. Estudante é investigado por suspeita de estupro de várias outras crianças

Estudante de direito, de 22 anos, é suspeito de ter estuprado pelo menos sete crianças, uma das vítimas tentou tirar a própria vida.


Foto: Ilustração -- Via: Portal Spy
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Uma criança, de apenas 3 anos, prestou depoimento na última sexta-feira, 08, após ser vítima de abusos por parte do próprio irmão, um estudante de medicina de 22 anos, investigado por suspeita de estupro de vulnerável contra pelo menos sete crianças. A  garota, perguntada, diz que mora com a mãe, o pai e o "maninho". O "maninho", Marcos Vitor Dantas Aguiar Pereira, tocava nela. Perguntada mais uma vez, ela relata, quase brincando, que ele beijava partes de seu corpo, "aqui (na pepeca)", enumera, apontando para os órgãos genitais. A cena descrita pela tia, P.C., aconteceu na Delegacia de Proteção à Criança de Teresina, no Piauí.
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P.C., que é irmã da madrasta de Marcos Vitor, considera que o relato da vítima mais nova do estudante, a menina de 3 anos, é uma das coisas mais chocantes de toda a história de atrocidades que envolve o caso. Ela acredita  que o vídeo é também um "tapa na cara" de quem acha que o ocorrido pode ser invenção da cabeça de crianças. A menina, que parece gostar do "maninho", é questionada sobre quantas vezes ele beijou as partes do seu corpo. A criança, então, abre as mãozinhas e começa a contar, mas faltam dedinhos para explicar o tanto que os abusos se repetiram.
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No final do curso de medicina, P.C. é mãe da adolescente de 13 anos, prima do estudante, a primeira a denunciar Marcos Vitor. Isso só aconteceu recentemente. Ela disse ter sido abusada por ele durante anos. Ao menos entre os 5 e os 10 anos de idade. Foram tantas vezes e tanto trauma, que a jovem não tem certeza, mas acredita que a primeira vez foi durante uma viagem da familia ao Uruguai.

Desde que tudo começou, a menina se calou, caiu em depressão e se automutilava com frequência. Não há, para a mãe, o que duvidar de um sofrimento que deixou inúmeras marcas no corpo, sobretudo cicatrizes de cortes nos braços. Este ano, ela tentou se matar. Depois de ter chegado ao limite, contou o que vinha passando há anos para uma prima. A prima contou para a madrasta do estudante, irmã de P.C., que contou para ela e assim descobru que as próprias filhas teriam sido vítimas também. (Fonte: Bbews) 

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